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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A educação nas mãos dos candidatos: os numeros

A educação nas mãos dos candidatos:

Indicadores sobre ensino fundamental(1ª a 8ª série)*

Marta de 2001 a 2004 Alckmin de 2002 a 2005 e Kassab 2005 a 2006

Em %

Abandono**: Marta, 2,4 a 1,5 Alckmin, 3,1 a 3,2 Kassab 0,9

Reprovação**: Marta, 4,5 a 5,3 Alckmin, 5,3 a 6,5 Kassab, 5,0

Alunos por turma: Marta 36,5 a 35,8 Alckmin, 35,4 a 35,4 Kassab, 35,3 a 35,3

Horas aulas: Marta, 4,0 a 4,1 Alckmin, 4,9 a 4,9 Kassab, 4,1 a 4,2

Docentes com nível superior: Marta, 79,6 a 87,7 Alckmin, 74,6 a 84,0 Kassab, 90,8 a 95,5

* Os números de Marta e Serra/Kassab referem-se á rede de ensino municipal e os de Alckmin a rede estadual

** Dados disponíveis ate 2005


Fonte Folha de S.Paulo

Ou seja, no discurso educação e prioridade mas na pratica  ainda  falta muita coisa. educação e a chave do futuro das nossas crianças e do Brasil. Falta administradores com coragem para investir pesado na educação. Assim como fizeram os coreanos a duas ou mais décadas atrás.

Na educação, Marta, Alckmin e Kassab têm índices inexpressivos


Os líderes na disputa pela prefeitura da capital conseguiram resultados pouco significativos nos índices do ensino fundamental (de 1ª a 8ª séries) na rede pública da cidade quando exerceram mandatos nos Executivos municipal e estadual.

A Folha apurou os resultados obtidos pelos candidatos nos seguintes indicadores da educação fundamental: taxa de abandono, taxa de reprovação, número médio de alunos por turma, média de hora-aula diária e percentual de professores com formação superior.

Especialistas na área de ensino consideram esses índices como os ideais para avaliar avanços ou retrocessos nas políticas educacionais. A base de dados usada pela reportagem foi a do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) do Ministério da Educação.

Na gestão de Marta Suplicy (PT), de 2001 a 2004, a média de hora-aula no ensino fundamental só aumentou 0,1- foi de 4 para 4,1. O número mínino indicado pelos pesquisadores da área de educação é de 5 horas de aula para os alunos desse ciclo de ensino.

O número médio de alunos por turma diminuiu de 36,5 para 35,8, o que representou queda de apenas 0,7 no índice na administração de Marta. A média recomendada pelos especialistas é de 25 a 30 alunos nas classes do ensino fundamental.

Em relação ao tucano Geraldo Alckmin, a reportagem considerou os dados das escolas estaduais que oferecem ensino fundamental na cidade de São Paulo- são cerca de mil unidades. O levantamento apurou as taxas de 2002 a 2005, período que compreende os anos em que Alckmin esteve à frente do governo do Estado durante 12 meses completos -em 2001, ele assumiu após a morte do governador eleito Mario Covas e em 2006 deixou o cargo para disputar a eleição para presidente da República.

De 2002 a 2005, a rede estadual de ensino fundamental da capital só obteve incremento em um índice: o percentual de professores com curso superior, que teve uma elevação de 74,6% para 84%.

Atual gestão

A reportagem também apurou os resultados da gestão do candidato e prefeito Gilberto Kassab (DEM). Como o INEP ainda não tabulou os dados do censo escolar de 2007, só estão disponíveis índices de 2005, quando Kassab era vice do atual governador José Serra (PSDB), e 2006, ano em que o atual prefeito assumiu.

Os números do INEP mostram que a gestão Serra/Kassab, a exemplo das de Marta e Alckmin, obteve resultados pouco expressivos.

Em relação ao número médio de alunos por turma, a atual gestão só promoveu uma redução de 0,5, na comparação com o último ano da administração anterior. Os resultados na média de hora-aula diária também não são significativos: a taxa cresceu 0,1 em 2005 e 2006.

Os três primeiros colocados na última pesquisa de intenção de voto do Datafolha conseguiram seus melhores resultados no percentual de professores com curso superior. A legislação federal estabelece que 100% dos docentes desse ciclo tenham a formação universitária. Nos períodos dos mandatos deles, Alckmin obteve um aumento de 9,4 pontos percentuais, Marta elevou a taxa em 8,1 pontos percentuais e Kassab conseguiu aumentar o número de docentes com curso superior em 4,7 pontos.

A coordenadora do curso de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) Ângela Soligo diz que os resultados obtidos pelas administrações dos candidatos mostram avanços "insignificantes".

"Em relação à média de alunos por turma, por exemplo, é preciso melhorar muito ainda para baixar o número para menos de 30. Com salas muito cheias fica difícil para o professor realizar o acompanhamento ideal do desempenho dos estudantes", afirmou Soligo.

(Folha de S.Paulo)

domingo, 24 de agosto de 2008

Quadro de avisos: Vamos fazer uma passeata na av. Paulista?

Vamos fazer uma passeata na av. Paulista?



Vamos reclamar da alta da inflação.

E do aquecimento global.

Vamos pedir a queda do Dunga na seleção canarinho.

E pedir a volta de Felipão.

Vamos reclamar da guerra no Iraque.

E pedir a libertação do Tibet.

Vamos reclamar da falta de segurança na aviação.

E pedir a mais segurança nas ruas.

Vamos reclamar do transito.

E pedir o fim das passeatas na Paulista!
 

Quem sabe assim os políticos vejam e esta vergonha acabe!
 

E vamos agora que outra passeta ja vai chegar lá


Motivos para a gente parar a avenida mais importante de São Paulo, cartão postal da cidade, não faltam!

E só querer e paramos metade da cidade. Impedimos o acesso a uns quatro ou cinco hospitais no mínimo.

Chamamos a atenção da imprensa e do povo paulista.

Aquele que fica uma a duas horas a mais no ônibus, graças aos congestionamentos. Que pega o metro mais cheio ainda. Que fica no transito pensando no quanto da vida esta perdendo ali parado.

 E fica só “elogiando” quem fez a tal manifestação!

Agora quem deveria não só ver, mas realmente tomar uma atitude, bom esses fazem que não viram nada.

Cadê o prefeito Gilberto Kassab?

Cadê o Governador Jose Serra?

E a policia?

A lei que proíbe manifestações em vias publicas, não existe?

 E o direito dos outros cidadãos desta cidade como ficam?

Nos Governos Covas e Alckmin não havia esta zona.
Não me lembro de manifestações na avenida nestes governos.
Lembro sim, dos professores na Praça da republica e de Covas abrindo caminho no meio da multidão para entrar na secretaria da educação.
Fazendo valer seu direito constitucional de ir e vir.

Falta pulso ou é medo de usar a força para fazer valer a lei na cidade?

Ate quando vamos ter de conviver com esta situação?

 Ps: Os professores merecem ganhar mais. Mas tem de respeitar a lei. Como qualquer cidadão desta cidade. Agindo assim, ensinam aos nossos filhos que vale tudo por um resultado.


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Rebeldia sem causa ou desviada?

sábado, 9 de agosto de 2008

Deu no jornal: Escola estadual de São Paulo vai avisar pais sobre faltas

A volta da caderneta escolar... muito aluno agora vai levar pito em casa...
MARCELA FONSECA

do "Agora"

As escolas estaduais de São Paulo passarão a informar, a partir de segunda-feira, os pais e responsáveis sobre o excesso de faltas dos alunos. A lei foi sancionada em junho pelo governador José Serra (PSDB), para evitar a evasão.

Segundo a lei 13.068, as diretorias das escolas deverão comunicar os pais quando os alunos excederem 20% de faltas no ano. Conselhos Tutelares e Varas da Infância e da Juventude também serão avisados.

A determinação tem "caráter meramente preventivo" e visa a reduzir o número de alunos reprovados por falta e a evasão escolar. Hoje, alunos que atingem 25% de faltas são reprovados automaticamente.

A escola decidirá se o aviso será dado por escrito, por telefone ou com a visita à casa do responsável. A notificação "é importante para que os pais sintam a responsabilidade pela educação dos filhos e acompanhem o desempenho deles na escola", afirma nota da Secretaria da Educação.

materia completa aqui

quinta-feira, 31 de julho de 2008

“Escola expulsa aluno que vandalizou prédio para discutir arte”

Foto: Fernando Donasci/Folha Imagem - 12.jun.2008
O Centro Universitário Belas Artes, na Vila Mariana (zona sul de São Paulo), expulsou ontem o estudante Rafael Guedes Augustaitiz, informa a reportagem de Laura Capriglione publicada na edição desta sexta da Folha de S.Paulo (íntegra disponível para assinantes do jornal ou do UOL).

No dia 11 de junho, o rapaz comandou a ação na qual 40 jovens --muitos deles mascarados-- chegaram a pé à universidade, por volta das 21h, e, com latas de spray que escondiam sob as roupas, cobriram a fachada, recepção, escadas e salas de aula com as letras pontudas
de difícil decifração que caracterizam a pichação paulista. Seguranças e pichadores trocaram socos e pontapés, e a PM acabou prendendo sete jovens --Augustaitiz, entre eles.
materia aqui
O que é arte? O que transpassa a arte e vira vandalismo, transgressão, agressão ou puro lixo?
Quem é capaz de definir?
Van Gogh só foi considerado gênio após sua morte, Picasso e sua fase cubista causaram espanto. Andy Warhol Pintou latas de sopa Campbels, Marcel Duchamp expôs rodas de bicicletas e urinóis. E hoje todos são exemplos da mais valorizada arte.
Não vou aqui defender o Estudante e seu ato, mas pensar e tentar fazer com que você que me lê, a refletir.
O que é arte e o que não é? 
Seria o certo expulsar este aluno? Será que somos capazes de julgar a criação artística alheia? 
Por mim ele deveria ser punido, mas de uma forma branda. E apenas pelo exagero da sua expressão artística. Digamos ter de repintar as paredes, uma a uma. Mas expulsão e no mínimo, exagero. Espero que a punição seja revista e ele possa se diplomar e daí provar que realmente tem “dom artístico”.
ass: Plebe Rude
materia aqui

http://www.portalmaratimba.com/noticias/news.php?codnot=234266
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