Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de setembro de 2008

Deu no Jornal: Políticos são "loucos", diz Marta em livro

Políticos são "loucos", diz Marta em livro
da Folha Online

A candidata à Prefeitura de São Paulo Marta Suplicy (PT) lança nesta quarta-feira (10) um livro em que conta sua experiência como prefeita da cidade. "Minha Vida de Prefeita", segundo a petista, trará informações de bastidores e informações sobre programas criados durante sua gestão (2001-2004).

Reportagem de Ranier Bragon, publicada na edição desta quarta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal), traz algumas das reflexões de Marta no livro. Uma delas: os políticos são "apenas loucos" e escondem o que passa por suas cabeças. E "não há nada mais gostoso" do que governar com o apoio da imprensa.

Com 216 páginas, o livro traz considerações particulares, como as que tratam da separação do senador Eduardo Suplicy (PT) e o casamento com o franco-argentino Luis Favre: "Ninguém me defendeu. Eduardo mostrou seu sofrimento em público e eu remoí minhas aflições em particular. Com isso, tornei-me a megera da história".

A versão de Marta para o período em que ocupou a Prefeitura de São Paulo é centrada em obras de sua gestão como a construção dos CEUs (Centro Educacional Unificado).

A reportagem diz que a petista faz críticas à gestão que a sucedeu, hoje comandada por Gilberto Kassab (DEM), e a Geraldo Alckmin (PSDB).

Loucos somos nós por acreditar nela e em outros malucos de plantão! Mas sou obrigado a dizer que afinal ela tem autocrítica e sabe que é tão louca como os outros... 

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A educação nas mãos dos candidatos: os numeros

A educação nas mãos dos candidatos:

Indicadores sobre ensino fundamental(1ª a 8ª série)*

Marta de 2001 a 2004 Alckmin de 2002 a 2005 e Kassab 2005 a 2006

Em %

Abandono**: Marta, 2,4 a 1,5 Alckmin, 3,1 a 3,2 Kassab 0,9

Reprovação**: Marta, 4,5 a 5,3 Alckmin, 5,3 a 6,5 Kassab, 5,0

Alunos por turma: Marta 36,5 a 35,8 Alckmin, 35,4 a 35,4 Kassab, 35,3 a 35,3

Horas aulas: Marta, 4,0 a 4,1 Alckmin, 4,9 a 4,9 Kassab, 4,1 a 4,2

Docentes com nível superior: Marta, 79,6 a 87,7 Alckmin, 74,6 a 84,0 Kassab, 90,8 a 95,5

* Os números de Marta e Serra/Kassab referem-se á rede de ensino municipal e os de Alckmin a rede estadual

** Dados disponíveis ate 2005


Fonte Folha de S.Paulo

Ou seja, no discurso educação e prioridade mas na pratica  ainda  falta muita coisa. educação e a chave do futuro das nossas crianças e do Brasil. Falta administradores com coragem para investir pesado na educação. Assim como fizeram os coreanos a duas ou mais décadas atrás.

Na educação, Marta, Alckmin e Kassab têm índices inexpressivos


Os líderes na disputa pela prefeitura da capital conseguiram resultados pouco significativos nos índices do ensino fundamental (de 1ª a 8ª séries) na rede pública da cidade quando exerceram mandatos nos Executivos municipal e estadual.

A Folha apurou os resultados obtidos pelos candidatos nos seguintes indicadores da educação fundamental: taxa de abandono, taxa de reprovação, número médio de alunos por turma, média de hora-aula diária e percentual de professores com formação superior.

Especialistas na área de ensino consideram esses índices como os ideais para avaliar avanços ou retrocessos nas políticas educacionais. A base de dados usada pela reportagem foi a do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) do Ministério da Educação.

Na gestão de Marta Suplicy (PT), de 2001 a 2004, a média de hora-aula no ensino fundamental só aumentou 0,1- foi de 4 para 4,1. O número mínino indicado pelos pesquisadores da área de educação é de 5 horas de aula para os alunos desse ciclo de ensino.

O número médio de alunos por turma diminuiu de 36,5 para 35,8, o que representou queda de apenas 0,7 no índice na administração de Marta. A média recomendada pelos especialistas é de 25 a 30 alunos nas classes do ensino fundamental.

Em relação ao tucano Geraldo Alckmin, a reportagem considerou os dados das escolas estaduais que oferecem ensino fundamental na cidade de São Paulo- são cerca de mil unidades. O levantamento apurou as taxas de 2002 a 2005, período que compreende os anos em que Alckmin esteve à frente do governo do Estado durante 12 meses completos -em 2001, ele assumiu após a morte do governador eleito Mario Covas e em 2006 deixou o cargo para disputar a eleição para presidente da República.

De 2002 a 2005, a rede estadual de ensino fundamental da capital só obteve incremento em um índice: o percentual de professores com curso superior, que teve uma elevação de 74,6% para 84%.

Atual gestão

A reportagem também apurou os resultados da gestão do candidato e prefeito Gilberto Kassab (DEM). Como o INEP ainda não tabulou os dados do censo escolar de 2007, só estão disponíveis índices de 2005, quando Kassab era vice do atual governador José Serra (PSDB), e 2006, ano em que o atual prefeito assumiu.

Os números do INEP mostram que a gestão Serra/Kassab, a exemplo das de Marta e Alckmin, obteve resultados pouco expressivos.

Em relação ao número médio de alunos por turma, a atual gestão só promoveu uma redução de 0,5, na comparação com o último ano da administração anterior. Os resultados na média de hora-aula diária também não são significativos: a taxa cresceu 0,1 em 2005 e 2006.

Os três primeiros colocados na última pesquisa de intenção de voto do Datafolha conseguiram seus melhores resultados no percentual de professores com curso superior. A legislação federal estabelece que 100% dos docentes desse ciclo tenham a formação universitária. Nos períodos dos mandatos deles, Alckmin obteve um aumento de 9,4 pontos percentuais, Marta elevou a taxa em 8,1 pontos percentuais e Kassab conseguiu aumentar o número de docentes com curso superior em 4,7 pontos.

A coordenadora do curso de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) Ângela Soligo diz que os resultados obtidos pelas administrações dos candidatos mostram avanços "insignificantes".

"Em relação à média de alunos por turma, por exemplo, é preciso melhorar muito ainda para baixar o número para menos de 30. Com salas muito cheias fica difícil para o professor realizar o acompanhamento ideal do desempenho dos estudantes", afirmou Soligo.

(Folha de S.Paulo)

domingo, 24 de agosto de 2008

Quadro de avisos: Vamos fazer uma passeata na av. Paulista?

Vamos fazer uma passeata na av. Paulista?



Vamos reclamar da alta da inflação.

E do aquecimento global.

Vamos pedir a queda do Dunga na seleção canarinho.

E pedir a volta de Felipão.

Vamos reclamar da guerra no Iraque.

E pedir a libertação do Tibet.

Vamos reclamar da falta de segurança na aviação.

E pedir a mais segurança nas ruas.

Vamos reclamar do transito.

E pedir o fim das passeatas na Paulista!
 

Quem sabe assim os políticos vejam e esta vergonha acabe!
 

E vamos agora que outra passeta ja vai chegar lá


Motivos para a gente parar a avenida mais importante de São Paulo, cartão postal da cidade, não faltam!

E só querer e paramos metade da cidade. Impedimos o acesso a uns quatro ou cinco hospitais no mínimo.

Chamamos a atenção da imprensa e do povo paulista.

Aquele que fica uma a duas horas a mais no ônibus, graças aos congestionamentos. Que pega o metro mais cheio ainda. Que fica no transito pensando no quanto da vida esta perdendo ali parado.

 E fica só “elogiando” quem fez a tal manifestação!

Agora quem deveria não só ver, mas realmente tomar uma atitude, bom esses fazem que não viram nada.

Cadê o prefeito Gilberto Kassab?

Cadê o Governador Jose Serra?

E a policia?

A lei que proíbe manifestações em vias publicas, não existe?

 E o direito dos outros cidadãos desta cidade como ficam?

Nos Governos Covas e Alckmin não havia esta zona.
Não me lembro de manifestações na avenida nestes governos.
Lembro sim, dos professores na Praça da republica e de Covas abrindo caminho no meio da multidão para entrar na secretaria da educação.
Fazendo valer seu direito constitucional de ir e vir.

Falta pulso ou é medo de usar a força para fazer valer a lei na cidade?

Ate quando vamos ter de conviver com esta situação?

 Ps: Os professores merecem ganhar mais. Mas tem de respeitar a lei. Como qualquer cidadão desta cidade. Agindo assim, ensinam aos nossos filhos que vale tudo por um resultado.


leia também:

Rebeldia sem causa ou desviada?

Rebeldia sem causa ou desviada?

REBELDIA
texto:
Marcelo Soares

O Brasil vive dias interessantes. O STF permitiu que políticos de notórios antecedentes sejam candidatos, pouco antes de proibir a polícia de algemar quem prende. A Istoé diz que o secretário do PT teria desviado R$ 700 milhões. O trânsito de São Paulo continua caótico, e os candidatos ficam apontando um para o outro. Um amigo meu, depois de ser multado pela patrulha da cachaça, defende que se passe a encher a lata em casa, deixando a cidade para os bandidos - que já estão tomando conta dela, afinal.

Com todo esse contexto na cabeça, eu abri um sorriso quando vi muitos jovens e alguns adultos se reunindo sob vão livre do Masp, neste sábado nublado, carregando cartazes, para um barulhento protesto. A polícia também se aproximava. Na última vez em que vi isso, quando o Bush esteve em São Paulo, demorou pouco pra rolar bombas de efeito moral.


Bom, durou pouco minha alegria. O protesto era contra o fim do grupo mexicano Rebelde, vulgo RBD. Eu mal sabia que eles existiam, agora fico sabendo que vai acabar. Os adultos dentro do grupo estavam lá para acompanhar os filhos. Nada de "fora Lula", nada de "fora Kassab", nada de "fora Serra", nada de "Dunga, pede pra sair".

A gritaria saiu caminhando pela Paulista. Camionetes da Pepsi aproveitaram o ensejo para promover o refrigerante, no que foram devidamente atendidos pelos adolescentes de anteninhas e asinhas de anjo. Uma rebeldia de shopping-center, enfim, devidamente empacotada para consumo imediato.

Os pais, por sua vez, faziam clássicas caras de "onde é que eu vim amarrar meu bode". Os que passavam em carros cheios de pré-púberes com cartazes ainda faziam-lhes o favor de buzinar na passeata.

Ótimo: eles já aprenderam a forma, já aprenderam a organizar um protesto. Falta só o conteúdo. Assunto não vai faltar se, a partir de amanhã, ao abrirem o jornal pra ver se falaram do protesto, eles se derem ao trabalho de olhar o restante do noticiário.
Do blog:
E você com isso?: Rebeldia

leia mais:

Quadro de avisos: Vamos fazer uma passeata na av. Paulista?

Parceiros

Blogaram e digitaram

Widget UsuárioCompulsivo

  ©Template Blogger Green by Dicas Blogger.

TOPO